Fantástico Mundo das 2 Rodas

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Com a aprovação da nova lei das motas as 125cc andam a ficar esgotadas pelo País inteiro!

Será que vamos começar a ver nas cidades portuguesas o movimento de motas que se vê em cidades como Roma, Barcelona, Madrid?

Aqui fica a notícia do JN:

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Desde que a "Lei das 125" foi aprovada na Assembleia da República, no passado mês de Maio, que o interesse por aqueles motociclos vinha crescendo a olhos vistos. Todavia, foi a partir do dia 14, quando a lei efectivamente entrou em vigor, que as vendas dispararam. Nas duas últimas semanas, bateram-se todos os recordes de vendas de 125. Houve ruptura de stocks e já há longas listas de espera para os modelos mais procurados.

"Temos tudo esgotado. Vendi mais 125 nos últimos 15 dias no que nos últimos cinco anos", afirma Abel Pereira, do stand Horizmoto, no Porto. É quase impossível quantificar percentualmente o aumento de vendas porque o mercado das 125 era quase inexistente. "Já que tinham de tirar a carta de mota, as pessoas, normalmente, optavam por um modelo superior, por exemplo, uma 250cc.", explica. Isso também justifica a procura por motas novas. Antes, vendiam-se tão poucas 125 que praticamente não há mercado de usados.

"As 125 tinham uma procura quase insignificante", confirma André Silva do stand Motorboxe, no Porto. "No último ano, vendi duas ou três por mês, agora vendo duas ou três por dia", compara. Mesmo estando preparados para um aumento de procura por causa da nova legislação, André Silva admite que a oferta não foi suficiente para a procura e que houve uma ruptura de stock.

Aliás, o crescimento foi tanto que a Honda já introduziu três novos modelos de 125cc que, até há duas semanas, não estavam disponíveis no mercado nacional. "É um mercado que vai ser muito importante e que pode florescer até um bocadinho acima das previsões mais optimistas", antecipa André Silva.

Tiago Gonçalves, da Motor7, em Lisboa, também notou uma muito maior procura, "especialmente por parte de mulheres". E vaticina que "esta nova legislação poderá ser o tiro de partida para um novo tipo de condutor, citadino, à semelhança do que sucede em várias capitais europeias".

Para já, ainda não há números oficias de vendas, mas tudo indica que serão muito grandes. "Não há estimativas, é tudo muito novo, mas, atendendo ao entusiasmo, podemos antecipar uma transferência de automóveis para motociclos muito interessante", afirma José Barros Rodrigues, da Comissão de Motociclos da Associação do Comércio Automóvel de Portugal.

Os princippais motivos para a escolha destes veículos são a poupança e a mobilidade, daí as scooters serem os modelos mais preferidos. Gastam pouco mais do que 2 lt aos 100 km, não pagam imposto de circulação, os seguros são baratos, exigem uma baixa manutenção e ainda são amigas do ambiente. Quanto aos preços, podem custar entre os 1500 e os 5000 euros.

Clientes tipo

Quarentões aficionados- Ligados ao fenómeno das motas, mas que nunca tinham tirado a respectiva carta.

Citadinos racionais - Motivados por uma maior mobilidade nos centros urbanos, facilidade de estacionamento e economia nos custos.

Sexo feminino - Nalguns casos, a venda de motociclos a mulheres duplicou em duas semanas.

Vantagens dos motociclos

Estudo mostra benefícios - Um estudo do Instituto Superior Técnico, realizado em 2005, demonstra as consequências de uma transferência do parque automóvel urbano para motociclos até 250cc, na Área Metropolitana de Lisboa. Se apenas 10% dos automobilistas trocassem os seus veículos por motociclos isso provocaria um grande impacto em termos ambientais e económicos.

54 mil toneladas de CO2 - Para além dos evidentes benefícios para a qualidade do ar, a redução das emissões de dióxido de carbono em mais de 50 mil toneladas também iria permitir uma poupança de 800 mil euros.

6 milhões de euros - Consumiriam-se menos 17 mil toneladas de combustível, o que iria permitir uma poupança na importação de produtos petrolíferos na ordem dos 6 milhões de euros, segundo os preços de 2005.

96 hectares livres - Ganhar-se-ia uma área equivalente a 96 campos de futebol no tecido urbano."

Comments (2) Posted by lbramos on Monday, August 31st, 2009

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Com a nova lei das Motas, em vigor a partir de 2009, será possível com a carta de condução de carro, conduzir motas até 125cc...

Segundo o artigo de hoje do jornal económico, poderá poupar muito dinheiro mudando para as duas rodas...

"Com a nova lei, quem tiver carta de automóveis poderá conduzir motas até 125 cc, sem precisar de burocracias. Descubra como pode poupar até 300 euros por mês.

Imagine que sai de casa de manhã em direcção ao trabalho e, tal como acontece todos os dias, entra no seu carro. Ganha coragem para enfrentar a fila interminável de trânsito que o espera e roda a chave na ignição. Ao final do dia, o regresso a casa volta a ser a mesma viagem penosa e infindável.

Tal como o leitor, são milhões os portugueses que todos os dias fazem este trajecto usando o automóvel como meio de transporte.

No entanto, já fez as contas ao dinheiro que gasta todos os meses com esta ida e volta? Se lhe dissermos que a factura ascende a 400 euros, de certo não acreditará.

Se a isto acrescentarmos que esta despesa pode diminuir para um quarto, talvez fique com vontade de continuar a ler. A resposta é simples: opte por se deslocar de mota em detrimento do carro."

Comments (1) Posted by lbramos on Friday, August 7th, 2009

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Aqui vai uma série de informação sobre os "chips" para as matrículas que recebi:

"O 'chip ' da polémica, afinal, não vai ser um ' chip ', mas sim um pequeno aparelho que se coloca no pára-brisas do carro. Surpreso? É natural. É que a polémica acerca do novo instrumento de pagamento de portagens, agora criado pelo Governo, tem deixado muita informação prática por explicar. Para dar uma primeira ajuda, e ficar a saber tudo sobre o ' chip ' - que não o é - o Diário Económico enviou várias questões práticas ao Ministério das Obras Públicas. Aqui ficam todas as respostas.

1. QUEM VAI TER DE USAR O ' CHIP '?
Todos os proprietários de veículos automóveis, reboques, motociclos e triciclos autorizados a circular em auto-estradas e vias equiparadas têm que instalar o Dispositivo Electrónico de Matrícula (DEM) nos respectivos carros.

2. QUANTO VAIS CUSTAR?
O DEM vai ser gratuito nos primeiros seis meses (o prazo conta a partir da entrada em vigor da Portaria, daqui a dois meses, mais ou menos). Depois, o preço irá de dez a 15 euros.

3. QUANDO ENTRA EM FUNCIONAMENTO?
Entra em funcionamento após a publicação da Portaria Regulamentar. Na prática, é dado um ano para a adaptação de todos os carros, sendo que só nos primeiros seis meses o dispositivo será gratuito.

4. QUEM O INSTALARÁ NOS CARROS?
Os proprietários ou respectivos titulares, no caso dos carros em circulação (à semelhança do que acontece com a Via Verde). No caso de carros novos, a responsabilidade é dos representantes oficiais das marcas (quer isto dizer que um carro novo já traz o DEM).

5. QUE PENALIZAÇÕES ESTÃO PREVISTAS NA LEI?
A não existência do DEM na viatura, a partir do momento em que se torne obrigatório (um ano após a entrada em vigor da Portaria Regulamentar), equivale para efeitos do Código da Estrada à ausência da chapa de matrícula - com multas de 600 a 3000 euros.

6. COMO FUNCIONA? É COMO A VIA VERDE?
O DEM é um identificador electrónico que adopta um formato e uma tecnologia em tudo semelhantes ao conhecido identificador Via Verde. Os princípios de funcionamento são em tudo semelhantes aos princípios de cobrança electrónica através da Via Verde, mas adoptando um conjunto de regras suplementares que garantem o anonimato do utente, se este assim o entender.

7. SERVE NAS PORTAGENS NORMAIS?
Sim. Com este dispositivo poderão pagar-se todas as portagens, recorrendo à via reservada à cobrança electrónica.

8. QUEM FISCALIZARÁ A UTILIZAÇÃO?
As autoridades policiais fiscalizarão, nos termos do Código da Estrada, a instalação do aparelho nos carros. Nas inspecções periódicas, os Centros de Inspecção Técnica de Veículos controlarão o funcionamento técnico do aparelho.

9. QUEM VAI FAZER O ' CHIP '?
Os DEM serão produzidos pelas entidades que já fazem os dispositivos da Via Verde e similares. Não está excluída a possibilidade de produção nacional do DEM.

10. E QUEM, E ONDE, SE COMERCIALIZA?
Será distribuído pelas entidades de cobrança de portagem (tipo Via Verde) e pelos CTT no caso dos carros em circulação. No caso de automóveis novos serão os representantes oficiais das marcas a adquiri-los.

11. OS QUE JÁ TÊM VIA VERDE TAMBÉM SÃO OBRIGADOS A INSTALAR UM ' CHIP '?
Se o titular do contrato Via Verde não se opuser, o seu identificador será convertido automaticamente em dispositivo electrónico de matrícula.

12. AS AUTO-ESTRADAS DEIXAM DE TER PORTAGEIROS?
As auto-estradas continuarão a ter portageiros como até aqui."

Mais informações em:
http://www.economico.pt/noticias/todas-as-respostas-sobre-os-chips-para-as-matriculas_3463.html

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Lusa

[27.04.2009 - 07h53]

As infracções cometidas pelos condutores, com o excesso de velocidade e utilização do telemóvel no topo da lista, só estão a ser contabilizadas desde Julho de 2008, quando entrou em vigor um novo regime de cassação de carta.

"A lei de Julho de 2008 pôs o registo [dos condutores] a zero", disse uma fonte da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), salientando que para efeitos de cassação da carta de condução só são consideradas as contra-ordenações cometidas a partir dessa data. Actualmente, o Registo Individual do Condutor (RIC), uma espécie de cadastro dos automobilistas onde são anotadas as infracções cometidas, só inclui contra-ordenações praticadas desde 06 de Julho de 2008.

Os anteriores processos de cassação nunca chegaram às mãos da ANSR. No ano passado, o ex-presidente da extinta Direcção-Geral de Viação, Rogério Pinheiro, declarou que tinha "preparado 797 processos" de condutores a quem ia ser cassada a carta, uma vez que tinham acumulado várias infracções graves e muitos graves. Mas a ANSR negou ter recebido os processos, referindo que "não existe" uma lista de condutores que podem ficar com os títulos apreendidos.

"À luz do novo regime ainda não foi determinada a cassação de nenhum título de condução, porque ainda não se verificou o número de decisões condenatórias definitivas suficientes por condutor", explicou o gabinete de imprensa da ANSR, numa resposta escrita. Para que um condutor perca a carta é preciso que tenha praticado três contra-ordenações muito graves ou cinco, entre graves e muito graves, num período de cinco anos, e que seja tomada uma decisão administrativa condenatória definitiva.

Infracções mais frequentes

As infracções mais frequentes, adianta a ANSR, são o excesso de velocidade, a utilização indevida do telemóvel, a condução sob efeito de álcool, a transposição do risco contínuo e o desrespeito pelos sinais vermelhos. No que respeita a crimes, o mais frequente é a condução sob efeitos de álcool (criminalizada a partir de uma taxa de alcoolemia igual ou superior a 1,2 gramas por litro de sangue). As infracções são apagadas do RIC ao fim de cinco anos.

Em Abril, foi aprovado, em Conselho de Ministros, um decreto-lei que estabelece o acesso às bases de dados, não só das forças de segurança e dos tribunais, como também dos próprios automobilistas. "O novo decreto-lei estabelece que o condutor tenha um acesso directo ao RIC, mas não define qual", comentou a fonte da ANSR.

Por enquanto, para aceder ao RIC, os condutores têm de pedir uma certidão no Governo Civil da sua área de residência e pagar uma taxa de sete euros. Quanto ao registo dos não condutores, cuja criação foi aprovada em Conselho de Ministros a 23 de Março de 2006, nunca saiu do papel.

O diploma previa que as infracções dos não condutores (indivíduos não habilitados com carta de condução, instrutores, subdirectores de escola de condução, examinadores) ficassem sujeitas às regras de registo previstas para o infractor condutor, "nomeadamente quanto à medida da sanção, atenuação especial da sanção acessória, suspensão da sanção acessória, revogação da sanção acessória e reincidência". "Nunca foi concretizado, uma vez que é uma questão complicada e estão envolvidas outras entidades", justificou a fonte da ANSR.

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Artigo interessante mas também assustador... A primeira parte do estudo agrada-me muito a segunda... prefiro não comentar, ehehehe!
"Motorcycling: Brain Sharpening or Manhood Softening?

By Gabe Ets-Hokin


With so much talk about motorcycle fatalities being on the rise across the U.S. and Europe, it's nice to hear about a positive impact on health from motorcycling.

Ryutu Kawashima, the Japanese brain-aging expert and designer of mental-training software "Brain Age", is also an enthusiastic motorcyclist, and is interested in the impact riding has on mental function. A study he conducted in conjunction with Yamaha and Tokyo University hints at a possible link between riding and higher cognitive function.

The test involved 22 men that had ridden motorcycles earlier in life, but had not ridden for at least a decade. Eleven of the men were asked to resume riding motorcycles, while the other half of the group was told to continue driving automobiles or use other transportation. Improved brain function was found in the group that resumed riding motorcycles after two months. Admittedly, this was a very small sampling, but some of the test results were rather dramatic. When tested on their memory of a set of numbers recited in reverse order, the group of motorcycle riders improved their scores by more than 50% after the two-months of riding, while the non-riders scores actually deteriorated, according to the study. Of course, we all need to take this study with a grain of salt: Yamaha's involvement casts doubt on its impartiality and the teeny sample size affects reliability. Still, it backs up what I've always found to be true: people who ride seem a little sharper than the sheep-like masses, and also supports some of the ideas in Steven L. Thompson's fascinating book "Bodies in Motion," which tries to discover why some people are predisposed to riding motorcycles and some are not.

But even if riding sharpens up your brain, it may have the opposite effect on another part of your anatomy. Another group of Japanese (who else?) researchers published a study in the International Journal of Impotence Research showing a "significant difference in the prevalence of erectile dysfunction" in a control group of motorcyclists.

If that doesn't put you off of riding, Randall Chipkar's book "Motorcycle Cancer?" might. Chikpar claims his research reveals that motorcycles shoot cancer-causing electromagnetic radiation straight into your naughty bits. Luckily, he's invented anti-radiation shielding you can retro-fit to your seat pan. Operators are standing by."

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Aqui fica o comunicado do pessoal do Autódromo Internacional do Algarve:

"Depois do sucesso que foi o “Táxi Experience” dedicado ao dia dos namorados, o Autódromo Internacional do Algarve vai agora repetir a iniciativa, mas na semana Páscoa, antecedendo a prova do A1 GP que se vai realizar entre os dias 10 e 12 de Abril. Assim, de 6 a 9 de Abril todos aqueles que queiram usufruir das emoções da velocidade no AIA, poderão ser co-pilotos por duas voltas e sentir a adrenalina de rodar a alta velocidade numa das melhores pistas da Europa. Aproveite as férias e goze de momentos únicos.

Se optar pela moto, o custo será de 50€, e será utilizada uma Honda CBR 1000 com Miguel Praia aos comandos, o único piloto português a disputar um Campeonato do Mundo de Motociclismo. Nos carros, o custo será de 80€, se a opção for um Porsche ou um BMW M3, e de 110€ se escolher um Ferrari, todos conduzidos por instrutores profissionais do Autódromo Internacional do Algarve.

Todos os que se queiram inscrever no “Táxi Experience”, dedicado à Páscoa, terão de ter mais de 18 anos e ligar para o 927 244 694 e fazer a marcação, sendo que nessa altura pode solicitar que seja gravado o seu desempenho de co-piloto, para mais tarde recordar."

Eu vou estar no Algarve, mas só chego dia 6 à noite por isso não vou ter hipótese... Mas aconselha quem puder a ir, deve ser fantástico!

Pascoa no Autodromo Internacional do Algarve

Pascoa no Autodromo Internacional do Algarve

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O piloto alemão Michael Schumacher, campeão 7 vezes de Fórmula 1, sofreu um acidente hoje na pista espanhola de Cartagena.

Schumacher, ao volante de uma Honda CBR 1000 de uma equipa alemã despistou-se numa curva e sofreu uma queda. Correram boatos de que foi uma queda aparatosa, que o piloto chegou a perder a consciência na pista mas recuperou-a a caminho do Hospital. Também havia rumores de que tinha sofrido diversas facturas.

Não há ainda vídeos nem imagens da queda mas no site oficial do piloto (http://www.michael-schumacher.de/) existe o seguinte comunicado do próprio:

"Today I had an accident at the biking tests in Cartagena, and to be safe I went to a hospital. I was driving down start-finish and when breaking into the first corner I hit some bumps which made me fall. The checks in the hospital showed nothing and I am fine, therefore I went back home at the evening."

Fica aqui um vídeo amador, encontrado no youtube, do piloto a andar na pista ontem:
media.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0">
Esperemos que recupere a 100% e nos posso continuar a animar na pista, nas várias modalidades!

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Noticia publicada no jornal, "O Jogo":

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O desfecho dos três dias de testes da Parkalgar Racing Team no Autódromo Internacional do Algarve não poderia ter sido melhor, permitindo mesmo dizer que tanto Miguel Praia como Eugene Laverty vão estar em posição de discutir os lugares cimeiros da tabela nas corridas do Campeonato do Mundo de Supersport.

Miguel Praia, o único piloto português de motociclismo a disputar um Campeonato do Mundo, foi o protagonista do fim-de-semana, ao marcar presença sistemática entre os mais rápidos e a bater de forma categórica alguns dos mais fortes adversários, especialmente o actual campeão em título Andrew Pitt.

Eugene Laverty protagonizou uma excelente evolução na adaptação à nova Honda CBR 600 RR, encontrando um bom compromisso que o irá ajudar a entrar bem no Campeonato. Os resultados deste fim-de-semana revelam o excelente trabalho desenvolvido por toda uma equipa ao longo do período de interrupção entre as temporadas e dá aos pilotos a confiança necessária para entrarem em força no Campeonato que começa no próximo dia 1 de Março em Philip Island na Austrália.

O terceiro dia de testes começou com muita chuva, pelo que melhorar os cronos ficou completamente posto de parte. Miguel Praia nem sequer foi para a pista durante o treino da manhã de domingo, pois considerou que não seria uma mais valia testar naquelas condições. Laverty contrariou o seu companheiro de equipa e esteve em pista durante cerca de sete voltas.

À tarde o sol decidiu aparecer, mas não de forma a que os pilotos conseguissem melhorar os tempos registados sábado. Tanto Praia como Laverty estiveram em pista a trabalhar na electrónica da Honda CBR 600 RR: “Rodei para avaliar um pouco a electrónica e no fundo para acumular quilómetros. As condições estavam muito más, com muito vento. Não havia necessidade de correr riscos. Acabámos por rodar muito menos do que aquilo que estávamos à espera, mas o resultado de ontem foi muito bom. Sinto que estou muito mais confiante tanto com a moto como com a equipa. O entendimento entre mim e o meu novo responsável de moto está-se a revelar bastante profícuo”, explicou o piloto algarvio, Miguel Praia que melhorou em cerca de um segundo, o seu melhor tempo registado o ano passado a aquando da última corrida da temporada em Portimão.

Eugene Laverty fez muitos progressos ao longo destes três dias de testes e parte agora para a primeira corrida da temporada muito entusiasmado: “Foram três dias de intenso trabalho, mas que acabaram por resultar bastante bem. Estamos no caminho certo, o que me deixa bastante optimista para a primeira corrida. A Honda CBR 600 RR está bastante rápida, isso reflecte-se no crono conseguido. Fiquei logo atrás de Andrew Pitt, o Campeão de 2008. Este é um aspecto muito encorajador”, referiu o irlandês que este ano alinha pela Parkalgar Racing Team.

Tempos Combinado - 1º, 2º e 3º Dia:
1º J. Lascorz – Kawasaki ZX-6R com 1.45.214
2º C. Crutchlow – Yamaha YZF R6 a 0.050
3º K. Sofuoglu – Honda CBR 600 RR a 0.183
4º M. Praia – Honda CBR 600 RR a 0.543
5º A. Pitt – Honda CBR 600 RR a 0.603
6º E. Laverty – Honda CBR 600 RR a 0.746"

Comments (0) Posted by lbramos on Monday, February 2nd, 2009

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Aqui fica a noticia, em inglês:

"AMA Weighs in on 50-500cc Motorcycle Tariff
By Gabe Ets-Hokin

As posted by MD on its Industry News Releases pages, on December 5th, the American Motorcyclist Association sent a message of opposition to a proposed 100% tariff on 50-500cc European motorcycles. The letter, sent to the Department of Commerce and the U.S. Trade representative, warns of serious repercussions to the motorcycle industry as well as the thousands of individuals in the motorcycle community that would be affected by such a tariff.

The proposed tariff would be on all European-made motorcycles between 51 and 499cc in response to a ban on U.S. beef products made from growth-hormone-treated cattle. This means mostly off-road motorcycles from manufacturers like BMW, Husqvarna, Husaberg, KTM, Gas Gas and Aprilia, but it's not clear if it affects scooters as well.

Motorcycles are just one item on a list of proposed products subject to a 100% tariff. The AMA maintains that "trade disputes residing concretely within the boundaries of the agricultural industry should not be solved with trade sanctions levied against non-agricultural products."

They have a point: the European motorcycle industry doesn't benefit from the ban on beef. Vendors of agricultural products can more easily find alternate products to European ones, but motorcycle shops selling Euro brands have a hard enough time competing against Japanese products even without a 100% tax. The grandest irony is that aside from tiny ATK, there are no significant competing made-in-USA manufacturers in that category. So who would benefit from such a tariff?

The public comment period ended December 8, but you can always let your Senator or Congressperson know how you feel, and of course we should all support the AMA so they can keep protecting our rights: doubtless the WTO and Commerce Department picked a small part of the huge global market to pick on thinking nobody would notice.

The AMA announced today that it has written to the Office of the U.S. Trade Representative opposing a plan that could double the cost of some European motorcycles imported into the United States.

The plan being considered by U.S. trade officials would impose a 100 percent import duty on more than 100 European goods -- including two engine displacement categories of motorcycles, 51cc to 250cc, and 251cc to 500cc.

The federal measure is designed as retaliation to the 27-member European Union's continuing import ban on American beef treated with growth hormones. EU officials haven't lifted that 20-year-old ban, despite a World Trade Organization (WTO) order to end it.

If U.S. officials impose the retaliatory tariff, it would double the price of a host of under-500cc on- and off-highway machines from brands such as Aprilia, Beta, BMW, Fantic, Gas Gas, Husaberg, Husqvarna, KTM, Montesa, Piaggio, Scorpa, Sherco, TM and Vespa.

"There is no logical link between European motorcycles and the dispute over beef," said Ed Moreland, AMA vice president for government relations, in his comments submitted to the Office of the U.S. Trade Representative. "Imposing these stiff tariffs on motorcycles would do nothing to resolve the trade dispute, but would punish American buyers of European motorcycles."

The AMA's comments make a strong argument that motorcycles have no business being used as a lever in a dispute over beef.

"Trade disputes residing concretely within the boundaries of the agricultural industry should not be resolved with trade sanctions levied against non-agricultural products," Moreland said. "A 100 percent ad valorem, or higher, tariff on these motorcycles will cause serious and potentially irreversible harm to American small- and medium-sized business owners selling the vehicles. Additionally, citizens will be denied access to certain models of competition and recreation motorcycles that contribute to the lifestyle and well-being of millions of American families."

The United States wants to impose $116.8 million in import duties to equal the amount of money it claims the U.S. beef industry loses each year because of the ban. The WTO has agreed on that amount.

Interested parties have until Dec. 8 to comment on which European goods should be subject to the 100 percent tariff in the dispute. It is unknown when U.S. officials will make a final decision.
"

Comments (0) Posted by lbramos on Wednesday, December 10th, 2008

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Aqui fica a cópia da notícia que saiu hoje no Correio da Manhã:

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30 Outubro 2008 - 00h30

Segurança: Centros de Inspecção já estão a preparar adaptações necessárias

400 mil motos inspeccionadas

Cerca de 400 mil motociclos e ciclomotores terão de ser submetidos a uma inspecção obrigatória, semelhante à existente para os automóveis, a partir de Junho de 2009. De acordo com as previsões do presidente da Associação Nacional de Centros de Inspecção Automóvel (ANCIA), Fernando Teixeira, a partir do segundo semestre do próximo ano entrará em vigor a legislação que obriga os veículos de duas rodas a uma inspecção obrigatória.

O Governo tem estado em negociações com a ANCIA para tornar obrigatória a inspecção às motos, à semelhança do que acontece em Itália e em Espanha. Fonte oficial do Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres (IMTT) garante que 'ainda não há decisão' para a data de arranque das inspecções às motos, referindo apenas que o assunto se 'encontra em ponderação'. Mas Fernando Teixeira acredita que a legislação entrará em vigor no segundo semestre de 2009.

Para já, o IMTT não tem uma noção precisa do universo de ciclomotores que terá de ser submetido à inspecção obrigatória. Certo é que existe, neste momento, 150 mil motociclos e admite--se que o número de ciclomotores seja, no mínimo, na ordem dos 250 mil. Dado que a fase de transição do pedido de matrícula das autarquias para o IMTT ainda não terminou, é de prever que o parque automóvel de duas rodas ultrapasse de forma substancial os actuais 400 mil veículos.

Pelo que revela a ANCIA, as motos deverão ser chamadas para inspecção no mesmo modelo adoptado para os carros, ou seja, de acordo com o dia da matrícula. Para já, ainda não estão definidos os preços de cada inspecção periódica obrigatória e falta estruturar a implementação da nova legislação. 'Estamos a discutir com a tutela (IMTT) a melhor opção: se começamos ou não numa primeira fase com os motociclos e avançamos depois para os ciclomotores', refere Fernando Teixeira.

Os centros de inspecção já se estão a preparar para introduzir as novas regras e garantem que vão ter capacidade para dar resposta ao aumento da procura. 'Vamos fazer um investimento que, apesar de não ser avultado, é necessário', refere Fernando Teixeira, que sublinha, ainda, a necessidade de as motos serem inspeccionadas. 'Ninguém sabe em Portugal em que condições circulam os veículos de duas rodas. O que é motivo de preocupação', alerta. Fernando Teixeira exemplifica ainda que, desde que foram implementadas as inspecções obrigatórias, a responsabilidade do estado do automóvel num acidente diminuiu bastante.

Para preparar o sector para as alterações, a ANCIA promove hoje um workshop com especialistas e organismos internacionais para debater os aspectos técnicos das inspecções a motos.

PORMENORES

ADAPTAÇÃO

Os centros de inspecção estão a adquirir material específico para inspeccionar os motociclos, num investimento que garantem ser feito em nome da segurança.

SEGURANÇA

A medida está prevista na Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária (ENSR), que se encontra numa fase final de discussão e visa contribuir para melhorar as condições técnicas de motas e ciclomotores.

Pedro H. Gonçalves com R.O."
Concordam com esta medida? Já estavam à espera? Como reagem a esta notícia?
Comments (0) Posted by lbramos on Thursday, October 30th, 2008